A seleção Costa-Riquenha visitou a Univesidade do Recife para demonstrar a sua tese: o uso do coração e dos pulmões na superação de "super-equipas". O veredito dos júris foi peremptório - passagem aos oitavos-de-final.
Ninguém, à parte dos mais sonhadores, antecipava tal categórica participação e, numa altura em que Portugal duvida da presença dos seus "pseudo-navegadores" na fase seguinte da competição, estes devem direcionar o seu olhar para este corajosos centro-americanos. Poderá servir de exemplo.
Eventualmente podem se atribuir as culpas desta péssima exibição da
"Squadra Azzura" ao clima, adverso à maioria do povo Europeu. Não se deve, contudo, cingir o êxito costa-riquenho a um acaso portanto, há que perceber os verdadeiros fatores por detrás desta fantástica participação.
Geração-de-ouro? É provável que sim, ouro disfarçado, no entanto estes soldadinhos de metal barato transcenderam-se e superioriaram-se frente a uma Itália mediocre, e longe de todo o seu potencial.
Algo me diz que irão mais além. Aposto em quartos-de-final.
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